A Polícia
Federal encontrou o carro roubado do agente Willton Tapajós e a arma
usada para assassiná-lo. O carro e a arma estavam em Barreiras, na
Bahia.
A PF prendeu quatro homens suspeitos
de matar Tapajós no mês passado, no cemitério Campo da Esperança, em
Brasília. Todos faziam parte de um grupo que roubava carros em Brasília e
levava para a Bahia. Mesmo assim, policiais ouvidos pela reportagem
ainda não estão convencidos que o caso seja de latrocínio - roubo
seguido de morte.
Tapajós
foi assassinado com dois tiros na cabeça no dia 17 de julho quando
visitava o túmulo dos pais. Segundo laudo de balística, ainda
preliminar, os tiros foram de revólver calibre 38:um na nuca e outro na
têmpora.
Tapajós
trabalhava na Polícia Federal desde 1987. Seu último cargo foi no núcleo
de inteligência da Superintendência da PF no Distrito Federal, unidade
responsável pela Operação Monte Carlo, que prendeu Carlinhos Cachoeira.
As investigações da PF não descartam
a hipótese de relação entre o assassinato e a Monte Carlo, mas as
hipóteses mais fortes, segundo investigadores, são as de que o caso tem
motivos pessoais.
Portal BOL
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