ROUPAS NO LOCAL DO CATIVEIRO
ACUSADOS SENDO TRANSPORTADOS PELA DEICOR
Por Sd PM J. Júnior
Fonte: Tribuna do Norte
Fotos: Aldair Rocha
Os
moradores de Pitangui não desconfiavam que a casa onde a polícia encontrou o
filho do empresário Porcino Júnior, Porcino Segundo, servia como cativeiro.
Assustados com a ação da Polícia Civil e do serviço de inteligência da Sesed
nesta terça-feira (24), os nativos da praia disseram que tudo indicava que a
casa era de uma família normal.Segundo relatos de pessoas que preferiram manter a identidade sob sigilo, era comum que várias crianças estivessem brincando no local. Ainda de acordo com informações dos populares, no sábado (21) houve um churrasco na residência, onde até uma piscina de plástico foi utilizada para entreter as crianças que brincavam na residência.
"Nunca vimos nada de estranho. Quem nós mais notávamos era uma mulher loira alta, bonita, que tinha uma tatuagem nas costas. Ela costumava ir ao mercado para comprar coisas do dia a dia e, no domingo passado, comprou lagosta para um almoço", disse um dos moradores.
O sequestro de Popó Porcino ocorreu no dia 17 de junho e o jovem de 19 anos só foi libertado hoje. A informação inicial é que cinco pessoas foram presas, mas que a quadrilha teria nove pessoas, sendo sete homens e duas mulheres.




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