Cadeiras, bonecas, brinquedos, capacetes e muitos outros objetos sem a certificação do Inmetro foram destruídos pelos veículos compactadores.
Mais de 20 mil unidades de produtos que não poderiam ser usados e nem doados por oferecerem riscos a comunidade foram destruídos na tarde desta quarta-feira (27) sob orientação do Instituto de Pesos e Medidas do Rio Grande do Norte (IPEM/RN).
Os produtos apreendidos de 2008 a 2010 são resultados da fiscalização da coordenadoria Operacional do IPEM no trabalho de observação das embalagens, etiquetas e itens dos produtos, feito nas operações do órgão delegado do Inmetro no Estado.
Na operação de destruição dos produtos estavam artigos lúdicos como bonecas e brinquedos, além de cadeiras de plástico, capacetes de motocicletas, fósforos e até mangueiras de fogão, que foram reprovadas pela análise dos técnicos do IPEM/RN.
De acordo com o diretor geral do IPEM/RN, Carlson Gomes, a atividade de fiscalização é feita em todo o Rio Grande do Norte com as equipes da sede em Natal e da unidade do órgão em Mossoró. “O trabalho de fiscalização e apreensão é feito diariamente pelas nossas equipes nos estabelecimentos comerciais do Estado que podem ser supermercados e lojas comuns”, explica o Carlson Gomes.Os produtos apreendidos de 2008 a 2010 são resultados da fiscalização da coordenadoria Operacional do IPEM no trabalho de observação das embalagens, etiquetas e itens dos produtos, feito nas operações do órgão delegado do Inmetro no Estado.
Na operação de destruição dos produtos estavam artigos lúdicos como bonecas e brinquedos, além de cadeiras de plástico, capacetes de motocicletas, fósforos e até mangueiras de fogão, que foram reprovadas pela análise dos técnicos do IPEM/RN.
De janeiro a junho, o IPEM do Rio Grande do Norte apreendeu mais seis toneladas de produtos irregulares que devem ter como destino a destruição, agendada para os próximos meses.
O processo de fiscalização é acompanhado pelo coordenador Operacional, Vicente Zacarias que conta que não há diferença de fabricantes e de localidade. “Os produtos irregulares se espalham por todo o Estado e não há como identificar a origem deles”, detalha.
Dados do comércio no Rio Grande do Norte apontam que no interior do Estado a prática na venda de produtos irregulares é maior do que na capital, onde os consumidores têm mais acesso a variedade de marcas e exige comprovação de qualidade. No interior, as feiras protagonizam o local mais comum na venda de produtos irregulares e sem a certificação do Inmetro.



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