quinta-feira, 14 de abril de 2016

No Senador o impeachment também passa com facilidade

Levantamento da bancada do PMDB indica que já são 48, de um total de 81, os senadores que já se declararam favoravelmente ao impeachment da presidente Dilma Rousseff. Para que a eventual aprovação de abertura do processo de impeachmen na Câmara venha a ser confirmada no SEnado, são necessários 42 votos, correspondentes a metade mais um do plenário, ou seja, a maioria simples definida em lei.
Uma vez aprovado na Câmara, a aprovação so processo impeachment será submetida a uma comissão cujo parecer será votado no plenário do Senado. Aprovado no plenário por maioria simples, a presidente será afastada do cargo e o Senado terá 180 dias para promover seu julgamento. Para sua condenação final, serão necessários os votos de 60 dos 81 senadores.
No PMDB, apenas o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA) e Roberto Requião (PR) devem votar contra o impeachment de Dilma.
Apesar de aliado do Palácio do Planalto, Renan já indicou que não atuará, em privado e publicamente, para segurar a tramitação do caso, mas pretende usar “todo o prazo regimental previsto” para a instrução do processo. “Renan não é superior aos fatos”, observou seu amigo e senador Romero Jucá (RR), presidente nacional do PMDB. Ele acredita que o presidente do Senado terá uma postura “institucional” durante o processo.

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